


O vale está ativo, um trator agrícola desembaraça a terra, um rebanho dirigido pela pastora atravessa a estrada. As árvores estão esplendorosas, sem receio do despojamento das folhas para breve. As histórias vão inquietas na biblioteca ambulante, observando a modificação da paisagem, o final da itinerância da estação meteorológica. Dentro de pouco tempo, voltará o recomeço com palavras novas rebentando como as flores nas árvores. Os leitores decifrando-as nas folhas de papel, aprendendo a colher a sabedoria nestes conjuntos arborescentes. O tempo não tem tempo para compreender.